Sendo Roubado por mais de 500 anos, e se o Brasil fosse uma Monarquia?

Motivado, (por incrível que pareça, ainda...) Pela Guerra de cabos eleitorais nas Redes Sociais que gostam de uma Modinha...

Vamos dar uma olhada em quem seria o Regente do Brasil se ainda fossemos uma Monarquia...






É difícil ver que a modinha de perseguir políticos ainda perdura mesmo após os tortuosos períodos de eleições, visto que muito antes esta modinha já havia causado bastante estrago com o gigante baderneiro indo as ruas protestar contra a Copa...  E pior sem perceber que as coisas não estão assim nos últimos 4 anos, ou até mesmo nos últimos 40 anos...

Esta manifestação fantástica é como se não houve-se outros políticos movimentando as cordas do tal gigante visando obter o poder, não que um Politico seja melhor que o outro, na verdade não haveria diferenças entre o atacado e o controlador de marionetes, em mais de 500 anos nunca houve...

Mais e se o Brasil ainda fosse uma Monarquia, quem seria  o único  Regente?




Seria o bisneto da princesa Isabel e do conde D’eu - tataraneto de d. Pedro II, o último imperador a governar o Brasil.

O nome do cara é dom Luiz de Orleans e Bragança, que atualmente tem 68 anos e vive em São Paulo (SP).

Caso a República não tivesse sido proclamada, Isabel, a filha de Pedro II, o teria sucedido, sendo nossa primeira imperatriz. Ela tinha dois irmãos, mas eles morreram ainda bebês e ela era a mais velha entre as duas mulheres. O herdeiro direto de Isabel seria seu filho mais velho, dom Pedro de Alcântara (1875-1940).
Ele apaixonou-se pela condessa Maria Elizabeth Dobrzensky von Dobrzenicz, da Boêmia - uma nobre que, apesar de condessa, não era herdeira de nenhum reino na Europa. Por isso, a princesa Isabel foi contra o casamento. Se quisesse ficar com ela, Pedro de Alcântara teria que renunciar a seus direitos ao trono. Sem esperanças de ver a monarquia restaurada, Pedro de Alcântara preferiu casar-se por amor, em Versalhes, na França, em 1908. A renúncia passava os direitos sucessórios da dinastia para o segundo filho da princesa Isabel, dom Luiz. Mas ele nunca assumiria o trono, pois morreu um ano e oito meses antes da mãe. Quando Isabel morreu, em 1921, o príncipe dom Pedro Henrique virou o chefe da Casa Imperial Brasileira, aos 12 anos. Ele passou dessa para melhor em 1981. A partir de então, dom Luiz de Orleans e Bragança ganhou o "direito" ao trono, numa eventual (e improvável) restauração monárquica.




Se não houvesse República, três pessoas teriam ocupado o trono brasileiro

D. PEDRO II (1825-1891)


O último homem a governar o Brasil Império ficou no poder por longos 49 anos, de 1840 a 1889. Acabou deposto com a Proclamação da República, em 1889, e exilou-se na França, morrendo em Paris em dezembro de 1891

PRINCESA ISABEL (1846-1921)


Ela teria sido nossa primeira imperatriz, se a monarquia não tivesse sido derrubada em 1889. Mesmo sem coroa, ela já tinha garantido seu nome na história ao assinar a abolição da escravidão em 1888, libertando cerca de 700 mil escravos

D. LUIZ DE ORLEANS E BRAGANÇA (1878-1920)

Ele era um cavalheiro, foi para a 2ª Guerra Mundial e se casou com a princesa Maria Pia de Bourbon-Sicílias. Mas morreu jovem, aos 42 anos, e não usufruiu nem um dia do direito ao Império Brasileiro

D. PEDRO HENRIQUE (1909-1981)

Filho mais velho de d. Luiz, Pedro Henrique teria sido Pedro III por longos 60 anos, de 1921 a 1981. Casou-se com Maria Elizabeth, princesa da Baviera, em 1937, e teve 12 filhos com ela

D. LUIZ DE ORLEANS E BRAGANÇA (1938-)

Atual chefe da Casa Imperial do Brasil, d. Luiz nasceu na cidade de Mandelieu, na França, em 6 de junho de 1938. Ele só conheceu o Brasil quando veio para cá no fim da Segunda Guerra Mundial. Mais tarde, voltou à Europa para estudar química na Universidade de Munique. Desde 1967, vive em São Paulo

Se haveriam mudanças?   Bom eu pessoalmente não sei, (apesar de haver fé que sim) mais ao menos não haveriam tantos eleitos para roubar, e a cada 4 anos uma nova guerra para eleger novos ladrões...

O que os Cabos eleitorais não remunerados das redes sociais não compreendem é que nada mudará, mesmo que um politico muito honrado chegue ao poder vai encontrar um partido que já esta la a anos e que já possui seus vícios...

E que mesmo que mude a cara as atitudes serão as mesmas nada muda, na politica, e nem mudará a não ser para quem estiver lá!






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